domingo, 19 novembro 2017
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Prédio do Memorial de Estância é tema de Audiência Pública na Câmara Municipal

Na manhã desta segunda-feira, 13/11, a Mesa da Câmara Municipal de Estância promoveu Audiência Pública com a finalidade de discutir com a sociedade a historicidade do prédio em que funcionou o Memorial de Estância, localizado à Rua Gumercindo Bessa.

Uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado de Sergipe solicitou à Câmara Municipal que ouvisse a população no tangente ao valor cultural/artístico e histórico que representa o antigo imóvel.

Reuniram-se representantes da Câmara Municipal, do Poder Público Municipal e comunidade para discutirem o tema em tela. O ato atendeu ao mandado de intimação n° 201750105589 da 2ª Vara Civil de Estância, referente à Ação Civil Pública nº 201250100273 e ao Edital de Convocação nº 03/2017.

O presidente André Graça (PSL), após abrir a audiência, passou a palavra ao vereador Dionísio Neto (REDE). Este informou que o IPHAN constatou que o prédio não representa valor que justifique caracterização do mesmo como de valor histórico. Disse ainda que a Secretaria de Estado da Cultura reconheceu um possível valor histórico do imóvel apenas para o município de Estância e sugeriu, inclusive, que fosse feita uma consulta pública para verificar junto à população qual a opinião acerca dessa historicidade. Fato que motivou à realização da supracitada audiência.

Ao discorrer na tribuna da Casa, Dionísio Neto externou – um fato histórico aconteceu no referido imóvel: a prisão do prefeito Pascoal Nabuco, no dia 17 de abril de 1964. No entanto, somente esse fato não justifica o tombamento do imóvel – grifou.

O vereador Tertuliano Pereira (PRB) sugeriu que no imóvel fosse instalada uma placa em memória do fato ali ocorrido, lamentando o estado caótico que o imóvel se encontra.

Alex Porto, vereador pelo PSDC, sugeriu que o prédio fosse transformado em teatro municipal e lembrou que já foi ventilada essa possibilidade. Também salientou que a Câmara manifestou interesse junto ao Governo do Estado de ali implantar a Escola do Legislativo.

O Sr. Acrísio Assunção disse também que não via no citado imóvel algo que justificasse o seu tombamento.

Ascom CVE
Genílson Máximo

guanabara meio

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